terça-feira, 5 de outubro de 2010

a nossa casa representa a nós mesmos

E por isso é importante
aceitar a realidade do que temos em casa, nossa própria casa, apartamento alugado, seja lá o que for...aceitar os nossos móveis imperfeitos, o espaço de menos, a luz que foi roubada pelo prédio que nasceu ao lado, ou o forte sol do oeste aquecendo em demasia. E os móveis que já não estão mais na moda, o que já foi, enjoou, mas ainda está lá... na nossa casa.
É necessário aceitar o que existe.
Em primeiro lugar.
E aceitar-se como se é, sem tentar esconder, mascarar, representar para o outro.
E depois sim, melhorar o que já tem. Reagrupar, pintar de novo, trocar as cores, trocar de lugar... pronto! Já mudou a energia.
E nós crescemos junto com a mudança.

Já pensou porque algumas pessoas ficam tão sentidas por suas casas não serem o máximo?
Por que a nossa casa não pode ser apenas bacana, refletindo o que somos?

Sem deixar de almejar, procurar melhorar, modificar e modificar-se. Perguntar-se: como posso melhorar esta sala? O que falta aqui pra que eu possa ser mais alegre, mais calma, descansar melhor, me abrir mais pros relacionamentos, pra amizades? São questionamnetos que podem levar a muito boas idéias.
A imagem deste post é de uma sala de jantar. O que tem de bom nela além de uma luz privilegiada é o jeito informal e criativo dos móveis, como compor com a mesa escura cadeiras coloridas. As cores trabalhadas foram o vermelho e o cinza azulado, notamos que existe um planejamento na interferência, uma medida.
Temos também um arranjo de flores enorme, desproporcional ao tamanho da mesa, mas pensando bem, por um algum tempo pode ser legal pois traz algo inusitado.

No feng shui temos o entendimento que a sala de jantar pode mostrar as aspirações da pessoa e também pode reforçar essas aspirações. Se você quer muito algo pra sua vida, pode representar isso de uma forma bonita na sala de jantar. Por exemplo, através de uma tela que signifique isso pra você, ou pelo menos, das cores que usa, do jeito mais formal ou informal e espontâneo que organiza o espaço.
São leituras inconscientes que fazemos dos espaços que frequentamos e que reforçam sentimentos, crenças e aspirações.

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